
O Presidente queniano William Ruto ordenou o destacamento do exército para reforçar uma operação de segurança contra pistoleiros não identificados responsáveis por mais de uma centena de mortes na região do Vale do Rift no norte nos últimos meses.
O decreto, publicado no jornal oficial «The Kenya Gazette», salienta que os militares serão destacados a partir de quarta-feira «em apoio do Serviço Nacional de Polícia em resposta à emergência de segurança nos condados de Turkana, West Pokot, Elgeyo, Marakwet, Baringo, Laikipia e Samburu devido a incidentes de banditismo».
O Ministro do Interior Kindiki Kithure declarou na segunda-feira um recolher obrigatório de 30 dias em partes de seis condados da região, devido à «situação de segurança», que ele considerou «uma emergência nacional». «Medidas dolorosas e decisivas devem ser tomadas imediatamente», sublinhou ele numa declaração.
Assim, Kithure especificou que «durante os últimos seis meses, mais de 100 civis e 16 polícias foram brutalmente mortos por bandidos saqueadores e terroristas saqueadores de gado na região do Vale do Rift».
«Estes bandos assassinos intensificaram nos últimos dias o seu terror contra quenianos inocentes e agências de segurança e, no processo, incendiaram escolas, veículos da polícia e outros bens sociais. Centenas de quenianos foram deslocados das suas casas pelos ataques», lamentou ele.
Assim, apelou a «todas as pessoas» que «tenham armas de fogo ou munições ilegais» a «entregá-las imediata e incondicionalmente» no prazo de três dias. «Se não o fizerem, os culpados enfrentarão toda a força da lei», disse ele.
Fonte: (EUROPA PRESS)






