
O antigo Secretário-Geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen apoiou politicamente Taiwan com uma visita simbólica à ilha, na qual afirmou o seu «direito a existir em liberdade e paz», independente da pressão chinesa.
«Estou em Taiwan para dar o meu forte apoio ao seu direito de decidir por si próprio o seu futuro», disse Rasmussen ao Presidente de Taiwan Tsai Ing Wen no segundo de uma visita de três dias à ilha. «Taiwan é uma democracia forte que pertence à família das democracias do mundo», acrescentou ele.
Tsai prometeu a Rasmussen que Taiwan continuaria a aumentar as despesas de defesa e a cooperar com os aliados internacionais para salvaguardar a paz, a segurança e a estabilidade em toda a região Indo-Pacífico, uma fonte recorrente de tensão.
BEIJING CRITICISES JOURNEY Rasmussen dirige actualmente a Fundação Aliança das Democracias, depois de se ter demitido do cargo de chefe da OTAN em 2017. O antigo primeiro-ministro dinamarquês é o primeiro ex-líder da Aliança Atlântica a visitar Taiwan, cuja soberania Pequim continua a reclamar.
O governo chinês criticou a viagem de Rasmussen através de uma porta-voz do ministério dos negócios estrangeiros, Mao Ning, que descreveu Taiwan como «uma parte inalienável da China». «A questão de Taiwan não é sobre democracia ou direitos humanos», mas sobre «a reunificação e soberania da China», disse Mao.
Fonte: (EUROPA PRESS)






