
A deterioração da actividade produtiva da China agravou-se ligeiramente em Dezembro, em resultado de novos surtos de COVID-19, de acordo com o índice de gestores de compras (PMI) de Caixin, que caiu de 49,4 no mês anterior para 49 pontos, acumulando assim cinco meses consecutivos de contracção.
As medidas de contenção COVID-19, incluindo o encerramento temporário de fábricas, combinadas com uma procura mais fraca por parte dos clientes, conduziram a um declínio adicional da produção de fabrico no final do quarto trimestre.
Além disso, a implementação destas medidas de contenção continuou a afectar a logística, prolongando os prazos de entrega dos fornecedores pelo sexto mês consecutivo.
«Os surtos da COVID-19 amorteceram a actividade de fabrico», explicou Wang Zhe, economista sénior do Caixin Insight Group, para quem as consequências da pandemia foram um entrave à produção e às vendas, enquanto que, «devido à recessão económica e à fraca procura no estrangeiro», as novas encomendas de exportação também se mantiveram em contracção pelo quinto mês consecutivo.
No entanto, os fabricantes chineses expressaram um maior optimismo sobre as perspectivas de produção anual em Dezembro, impulsionando o sentimento positivo para o nível mais alto em dez meses, uma vez que as empresas prevêem que a produção irá aumentar à medida que a situação pandémica melhorar e as condições de mercado se fortalecerem.
Fonte: (EUROPA PRESS)






