
As autoridades ugandesas acusaram Abbey Musinguzi, a promotora de um evento de Ano Novo num centro comercial na capital, Kampala, de negligência, o que resultou numa debandada que deixou dez pessoas mortas.
As acusações contra Musinguzi, conhecidas como ‘Abitex’, foram apresentadas um dia após a sua prisão pela sua alegada responsabilidade no incidente, incluindo o encerramento de várias áreas do espaço, deixando apenas uma porta para 20.000 pessoas saírem do edifício.
O Presidente ugandês Yoweri Museveni apelou à aceleração das investigações, segundo a Vice-Presidente Jessica Alupo, que assistiu ao funeral de duas das crianças mortas na debandada na terça-feira.
«O presidente disse querer um relatório detalhado sobre o incidente (…) e a polícia continua à procura de pessoas em fuga para ajudar nas investigações», disse ela, como noticiado pelo jornal ugandês ‘Daily Monitor’.
O primeiro-ministro ugandês Robinah Nabbanja, que também assistiu ao funeral, disse que os pais não cometeram um erro ao trazerem os seus filhos para a celebração. «Era o plano de Deus, porque é habitual que as pessoas saiam e voltem depois das celebrações», disse ela.
Fonte: (EUROPA PRESS)






