
O Presidente dos EUA Joe Biden assinou na sexta-feira uma lei no valor de 888 mil milhões de dólares (806 mil milhões de euros) que aumenta os pagamentos aos membros das Forças Armadas e anula o mandato militar para a vacina COVID-19, que estava em vigor desde Agosto de 2021.
O Senado dos EUA aprovou na semana passada o projecto de lei anual da política de defesa que autoriza um financiamento total de 817 mil milhões para o Departamento de Defesa, enquanto o montante restante é para artigos mais pequenos para combater a inflação, a construção militar e a compra de combustível.
«A lei prevê um aumento salarial de 4,6% para os militares e inclui mais 45 mil milhões de dólares do que os inicialmente solicitados para compensar os efeitos da inflação e acelerar a implementação da Estratégia de Defesa Nacional», lê-se numa declaração do Departamento de Defesa.
O projecto de lei também torna claro o compromisso de Washington com a OTAN no contexto da invasão russa da Ucrânia, uma vez que inclui uma maior ajuda a Kiev, bem como um novo programa para fornecer a Taiwan assistência em matéria de segurança.
No entanto, a administração Biden teve de se curvar às exigências republicanas de rescindir o mandato militar para a vacina COVID-19, e o próprio Presidente Joe Biden declarou anteriormente que algumas disposições da lei «suscitam preocupações».
Perante a revogação, os funcionários da administração criticaram as exigências republicanas de que a medida mina a saúde, mas os Democratas deram finalmente luz verde ao projecto de lei face às elevadas taxas de vacinação no seio das forças armadas, segundo o Politico.
Fonte: (EUROPA PRESS)






